Humanização das marcas, você sabe o que é isso?


Uma das principais tendências da comunicação nos últimos tempos e que promete ficar de vez é a humanização das marcas: uma nova forma das empresas se relacionarem com seus consumidores.

Mas o que seria humanizar? Basicamente, é aproximar a marca do humano, ou seja, trazer desejos e sentimentos, frustações e expectativas. O intuito é criar uma relação com os clientes, para gerar nestes uma identificação com a marca em questão.

Pode parecer fácil, mas não é. A maioria das empresas ainda possuem uma relação constituída apenas na compra e venda. Mas a questão aqui não é apenas vender. É trazer emoção, ações humanas, histórias e experiências para o seu público – nunca discursos vazios. Uma das principais ferramentas para ajudar na humanização de uma marca é o storytelling (arte de contar histórias - sejam elas reais ou fictícias).

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A humanização da marca

A empatia do consumidor com a marca não é algo que surge rapidamente. É uma construção, que se dá em todos os momentos, não só no ato da compra. A humanização na comunicação da marca é um marketing de preocupação, atenção com cada consumidor e indivíduo. Mas é bom ressaltar: antes de ser tendência, a humanização deve estar na essência da empresa. Ela só vai ser realmente efetiva se houver uma sinergia entre marca, colaboradores, stakeholders, fornecedores e comunidade.

Mas por que a humanização é tão importante? Os benefícios vão além de vender um produto ou serviço. Uma comunicação humanizada leva ao engajamento, a proximidade, a simpatia do público. Seus consumidores se tornarão aliados da marca, compartilhando e apoiando seu conteúdo de maneira espontânea.

Como ser humanizado

Antes de tudo, pense bem no conteúdo que você vai oferecer para os seus clientes. Ele precisa ser valioso para o público. Por exemplo, a campanha da Always colocou meninas adolescentes para contar como elas se sentem em diversas situações de limitação, simplesmente pelo fato de serem garotas. A hashtag #LikeAGirl, faz uma analogia a expressões como “você luta como uma menina” para mostrar que, sim, você deve e pode lutar, falar, se vestir como uma garota, e que não há absolutamente nada de errado nisso.

https://www.youtube.com/watch?time_continue=2&v=OTK6uN00QLI

Outra forma de criar mais proximidade com seus clientes é mostrar o seu dia a dia e o da empresa. Esse tipo de conteúdo é muito mais interessante para intensificar os laços com os consumidores, até porque uma empresa é formada por pessoas.

É necessário destacar que estar presente em todas as redes sociais e adotar respostas padrões não são, nem de longe, uma estratégia de humanização. Humanizar é trazer contato humano, mostrar que a sua marca é composta por pessoas que se importam com os clientes.

Agora, preste atenção: estar nas redes sociais é lidar com pessoas. Por isso, converse e interaja com elas! É muito importante responder qualquer feedback que sua marca tenha nas mídias, seja perguntas, elogios ou críticas. Lembre-se: a relação é uma via de mão dupla e ninguém gosta de ficar falando sozinho. Além disso, independente do feedback recebido, é necessário manter sempre a mesma postura. Seja empático e se envolva de verdade com seu público.

A gente mostra dois exemplos de marcas humanizadas nas redes sociais:

Netflix

Os profissionais por trás do gerenciamento da página da empresa nas redes sociais, não só conseguem promover os serviços oferecidos pela empresa de forma irreverente, como também interagem de forma bem pessoal com os usuários.

Note que a Netflix interage com todos seus usuários, até mesmo aqueles que fazem comentários negativos ou até preconceituosos, como é o caso da postagem de anúncio do documentário “Larte-se”, que conta a história da cartunista Laerte. O perfil se posicionou e foi bem didático, né?

Magazine Luiza

Outro ótimo exemplo é a Magazine Luiza que encontrou uma forma de criar um espaço com personalidade e informação. O Blog da Lu reúne novidades sobre produtos, guias e notícias sobre comportamento e tecnologia. A Lu também marca presença nas redes sociais e nos vídeos da marca. Com uma linguagem informal e em primeira pessoa, a comunicação parece ser de pessoa para pessoa e não de empresa para pessoa. Usar expressões do dia a dia do público é uma estratégia bem legal e que dá a sensação de mais intimidade.

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